Reflorestamento no PESC e região

Projeto concluído

Foto: Acervo IFV

Em parceria com diversos órgãos públicos e organizações não-governamentais, o Floresta Viva vem trabalhando na restauração de áreas degradadas dentro do Parque Estadual Serra do Conduru desde 2009. Um dos destaques nesse ano foi o convite da Fundação SOS Mata Atlântica para o IFV ser o seu parceiro no Sul da Bahia do Projeto Floresta do Futuro, com a responsabilidade de plantar 100 mil mudas no PESC. A construção do Viveiro também foi um legado deixado por essa iniciativa. Dentro do âmbito do projeto Floresta do Futuro, o IFV efetuou, ainda, o plantio de mais 25 mil mudas no PESC para a neutralização das emissões de carbono  do Festival de Verão Salvador (BA).

De 2009 a 2011, foram restaurados 100 hectares, em parceria com o Ministério Público/NUMA – Núcleo Mata Atlântica-Bahia. Já com a SEMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia), aconteceu o plantio de 30 mil mudas no PESC para fins de neutralização de emissões de CO2 no Estado da Bahia (projeto Floresta Bahia Global).

A neutralização ou compensação de carbono é o processo pelo qual se realiza o plantio de árvores nativas em áreas de relevante interesse ecológico, com a finalidade de sequestrar CO2. Levando-se em conta que uma árvore fixará carbono em seu tronco durante seu ciclo de vida (em média 40 anos).

O sequestro de carbono faz parte do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) proposto na Convenção do Clima, aprovada na Rio 92 e ratificada por centenas de países, por meio do Tratado de Kyoto (1997), e tem como objetivo conter e reverter o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera e a consequente diminuição dos Gases de Efeito Estufa (GEE). Fonte: GHG Protocol Brasil.

USA