Nossa causa

O Instituto Floresta Viva (IFV) concentra sua atuação no Litoral Sul da Bahia, região entre as cidades de Valença e Mucuri, dominada originalmente pela floresta ombrófila densa, ou Mata Atlântica sul baiana, tendo ao oeste as serras do Planalto da Conquista e a leste o Oceano Atlântico. Neste cenário, a organização assume como causa a convivência harmoniosa entre o ser humano e o meio ambiente, pautada na preservação da biodiversidade e na criação de oportunidades de desenvolvimento social.
Três áreas prioritárias, que se interpõem e dialogam permanentemente entre si, orientam as ações do Floresta Viva: Conhecimento, Práticas Ambientais e Engajamento Socioambiental.

No âmbito do Conhecimento, o Instituto produz e promove dados e informações sobre conservação, preservação e restauração da biodiversidade do Sul da Bahia e do bioma Mata Atlântica, quase sempre em parceria com pesquisadores, professores e estudantes de universidades do Brasil e de outros países.

É a partir da produção de Conhecimento que o IFV define e incrementa suas Práticas Ambientais, que incluem ações de restauração ambiental, assessoria técnica e produção de mudas da Mata Atlântica.

O Floresta Viva tem estudado, ainda, o potencial da silvicultura tropical no Sul da Bahia, com base no cultivo de espécies nativas como o Jacarandá, Pau-brasil, Jequitibá rosa, Vinhático e Taipoca, cuja expansão pode contribuir com o mercado sustentável de madeiras certificadas e apropriadas para a movelaria, construção civil, construção naval, cercamento de áreas rurais, paisagismo, entre outras finalidades.

Além disso, o IFV busca articular organizações, empresas, redes, governos e órgãos públicos na região onde atua, tornando o Engajamento Socioambiental não só uma característica do próprio Instituto, mas também uma causa secundária, que reconhece a importância da participação de múltiplos e diversos atores sociais para obter as soluções socioambientais desejadas.

Aqui, merece destaque as relações estabelecidas com outras organizações do Litoral Sul da Bahia, como a Tabôa  – Fortalecimento Comunitário, cujo Conselho Gestor é presidido por Rui Rocha, também presidente do Floresta Viva. O IFV recebe apoio do Instituto Arapyaú , organização de filantropia familiar que investe recursos no desenvolvimento daquela região. Vale citar, ainda, uma longa relação com a Associação Embaúba de produtores orgânicos da APA Costa de Itacaré-Serra Grande e o Txai Resort.

Além disso, o Floresta Viva participa de conselhos e redes locais, com destaque para Conselho Gestor da APA Costa de Itacaré-Serra Grande, do PESC (Parque Estadual Serra do Conduru), do Parque Municipal Boa Esperança e para o apoio à averbação da Reserva Legal de propriedades localizadas no Corredor Ecológico Esperança Conduru.

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